Grandes arquitectos contemporâneos com obras mediáticas.
Tenho aqui deles um documentário de uma das suas obras, a Arena de Munique, e um número da revista El Croquis sobre eles.
Wikipedia:
Herzog & de Meuron é um escritório suíço de arquitetura, fundado e mantido em Basiléia, Suíça, desde 1978.
Seus sócios-fundadores são Jacques Herzog (19 de abril de 1950) e Pierre de Meuron (8 de maio de 1950), vencedores do Prêmio Pritzker de 2001.
Fonte desconhecida:
Herzog e de Meuron estão entre os pouco arquitetos cujo trabalho pode ser interpretado como um esforço para recuperar o campo original da arquitetura. Uma busca pela primariedade, pelo contato direto com a essência construtiva da arquitetura, caracteriza seu trabalho e o diferencia do de outros de sua geração, de quem eles divergem em sua ênfase na originalidade.
“A nossa arquitetura está sob o domínio de nossa percepção do mundo, mas não obriga o observador a assumir nossa perspectiva para compreendê-la”. Jacques Herzog
Herzog faz um paralelo entre seu trabalho e o do artista Andy Warhol:
“Ele usava imagens pop comuns para dizer algo novo. É exatamente nisso que estamos interessados: usar formas já conhecidas de uma forma nova, para que elas se tornem vivas novamente. Nós adoramos destruir os clichês da arquitetura.”
“Nós pensamos e, claro, esperamos, que nossa obra ao menos tente suscitar a vida e a vivacidade; ela provoca os cinco sentidos.
Há críticos que olham nossa obra e vêem apenas fachadas de bom gosto e formas cartesianas, e a julgam conservadora. Esses são julgamentos ultrapassados. Eles pensam em categorias conservadoras, como “quadrado é chato”, ou “solidez está fora de moda”. Com essa forma de pensar, não se pode ter acesso a nossa arquitetura, que evita gestos espetaculares ou de entretenimento.
Acreditamos ao máximo que a arquitetura deveria mesclar-se mais com a vida, mesclar o artificial ao natural, o mecânico ao biológico.”


